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Crítica - Somos tão jovens


Se você é uma pessoa amante das musicas do Legião Urbana, uma pessoa que lamenta tanto quanto eu pela morte do Renato Russo e que quer saber um pouco mais da história dele, sua vida e os fatos, é esse o filme que eu indico.
Somos tão jovens é um filme que estreou nos cinemas no dia 3 de maio, dirigido por Antonio Carlos da Fontoura (que dirigiu episódios da série "Você Decide" [1992], da TV Globo), mostra como foi a juventude e o início da carreira de Renato Russo, líder da banda Legião Urbana.
Eu, como toda a amante da musica do “Legião Urbana”, fiquei emocionada quando soube do filme, e a pouco acabei assistindo ele.
O filme em si é bom, mas não fique surpreso se ouvir alguém dizer que se decepcionou ou que foi tempo perdido, eu mesma acredito que algumas coisas deveriam ser diferentes, como por exemplo, eles deveriam ter botado um pouco mais da vida dele durante o legião, deveriam  também ter tocado musicas inteiras. Começava uma musica, eu começava a ficar feliz com a musica e acabava, foi frustrante.
O elenco do filme, em minha opinião foi bem escolhido, gostaria de exaltar que o Thiago Mendonça (que fez o papel do Renato Russo) ficou idêntico ao próprio Renato, até no jeito em cima dos palcos ele ficou igual. O roteiro ficou por conta de Marcos Bernstein.
Apesar de tudo, eles prometeram a história de como o Renato Manfredini chegou até o Legião e virou Renato Russo, e foi exatamente o que o filme mostrou. Vale a pena assistir, e espero que tenha uma continuação do filme mostrando a vida de Renato durante o legião até a sua morte. 

                                                                             
                                                                      
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Crítica - Now is Good


         Now is Good conta a história de Tessa Scott, uma garota de 16 anos que está diagnosticada com uma doença terminal e decide interromper as sessões de quimioterapia para realizar uma lista de desejos que inclui roubar, se drogar e ter relação sexual com alguém. Para a jovem que já está fadada à morte o que lhe resta é viver intensamente cada dia que lhe sobra.
            Dirigido e roteirizado por OI Parker, o filme é uma adaptação do livro “Before I Die” (Antes de Morrer, na versão brasileira), de Jenny Downhan. A produção fica por conta da empresa britânica BBC.
            A história não foge à regra dos dramas adolescentes atuais, porém conseguiu-se fazer o comum virar algo marcante e emocionante com personagens e diálogos/falas que chamam a atenção pela simplicidade. Com pitada de comédia em algumas cenas, Now is Good é pautado principalmente pelo drama de Tessa em buscar viver sem medidas apesar de estar tão próxima da morte. O romance entre a jovem garota e seu vizinho, Adam, também é retratado como algo que a ajuda a se sentir bem em seus últimos dias de vida.
Com atuações comedidas e sem exageros de gestos e falas, o filme expõe algo simples e bonito que arranca lágrimas em vários momentos. Dakota Fanning merece destaque e diversos elogios por sua atuação no filme. Ela conseguiu provar, mais uma vez, que é uma atriz versátil e de excelente qualidade. Tessa não é uma garota frágil, apesar de sua doença ela se sente como uma adolescente comum que quer viver intensamente e realizar seus desejos e por saber que sua morte está próxima, se permite a viver de uma maneira muito mais profunda. O trabalho de Fanning em Now is Good é impressionante: a caracterização da personagem (em que Dakota teve que cortar os cabelos); o olhar sempre perdido, porém firme; a naturalidade da relação de amizade com Zoey (interpretada por Kaya Scodelario); a verdade no sentimento repentino por Adam (interpretado Jeremy Irvine); a realidade que pode ser percebida nas cenas de discussão com o pai ou a mãe (interpretados respectivamente por Paddy Considine e Olivia Williams); a pureza na relação com o irmão Cal (interpretado por Edgar Canham) e além de tudo, a forma como ela se entrega à Tessa é maravilhosa, tanto que por diversas vezes basta “encontrar” seus belos olhos azuis e marejados na tela, para se emocionar.
O elenco escolhido por Nina Gold é excelente! Todos os atores parecem estar em extrema sintonia e quando falta algo em algum deles (se é que isso ocorre em algum momento), o companheiro de cena completa. Paddy Considine como o pai preocupado, Olivia Williams como a mãe desleixada, Jeremy Irvine como o jovem apaixonado, Kaya Scodelario como a fiel amiga e escudeira, e até Edgar Canham, o pequeno irmão que não compreende perfeitamente o que está acontecendo. Todos parecem estar interligados em tal trama a ponto de tornar tudo mais real e fiel.
Com relação à técnica, o filme não deixa muito a desejar. Não há inovações de planos e movimentos de câmeras, porém mais uma vez o comum é usado para fazer algo diferente. A alternância entre planos abertos e fechados é usada em diversos momentos como passagem entre cenas com graus de tensão diferentes. Já o plano e contra-plano presente nos diálogos é apresentado pequenas mudanças no tempo de corte, e assim é possível ouvir parte do diálogo sem que a pessoa que disse esteja na tela.
Uma das cenas mais interessantes do filme é o seu início, em que Tessa está correndo pela rua e tudo se transforma em uma animação, inclusive ela e sobre as cores começam a aparecer os nomes dos atores e da equipe. Tudo isso ao som de Blue Jeans, de Lana del Rey, que faz parte da trilha sonora junto com a belíssima música de Ellie Goulding, I know you care, que foi feita especialmente para o filme.
Mais uma vez é preciso ressaltar que o filme todo é pautado na simplicidade. Não há exageros na montagem do filme, na trilha sonora, atuação, roteiro, diálogos, fotografia, figurino... Tudo é comedido e coopera para a beleza da história, sem máscaras, sem exageros. E tal motivo torna o filme mais bonito, mais agradável e torna fácil se emocionar com a vida de Tessa.


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Resenha - As Vantagens de Ser Invisível


         Charlie é um garoto solitário em plena a adolescência. Possui sonhos e desejos a serem realizados; curiosidades a serem desvendadas. Após perder o melhor, e único, amigo ele começa a escrever cartas a um destinatário desconhecido contando tudo o que lhe acontece e inclusive coisas do passado.
            Enfrentando os problemas de sua idade, Charlie faz novos amigos, descobre coisas novas e tem experiências que nunca tivera antes seja com sua família, o círculo de amizades recente ou até mesmo em seu pequeno mundo, que ele tanto procura tornar infinito.
A história conta algo comum no dia de hoje em filmes e outros livros: jovens descobrindo a vida. Charlie é um garoto tímido que acaba de entrar no segundo grau, não tem nenhum amigo e sofre rejeição por que as pessoas o acham estranho. Então ele percebe que precisa de alguém pra compartilhar momentos e sentimentos e acaba conhecendo Patrick e Sam, que se tornam seus grandes amigos.
Stephen Chbosky criou uma trama muito bem escrita e simples/fácil de ler, porém às vezes se torna complexa por que o próprio personagem se sente confuso e indeciso. E é justamente esse o ponto chave da obra: trazer ao leitor a sensação de um personagem que não é perfeito, que é indeciso, confuso e que faz coisas erradas, e que isso não o torna uma má pessoa. Quem lê esse livro deve ser um filtro, e não uma esponja (remetendo ao que o professor Bill diz a Charlie em determinado momento do livro), pois há tantas lições que podem ser aprendidas com ele que não há como não terminar de ler sem ter retido nada.
Charlie é como um garoto qualquer da realidade, que está entre a felicidade e a tristeza, sempre oscilando de um lado para o outro. Ele é inocente, carinhoso, preocupado e quase sempre dá mais atenção aos sentimentos dos amigos e familiares que aos seus próprios. É um personagem maravilhoso e cativante que pode ser identificado com diversos jovens.
Uma das coisas mais interessantes do livro é ele ser escrito através de cartas. É uma espécie de diário, porém quem escreve não tem a chance de voltar a ler. É como um desabafo com um amigo, porém não se sabe quem é tal amigo. Na verdade, parece que as cartas de Charlie são endereçadas a quem está lendo, é uma cumplicidade entre personagem (autor) e leitor. Isso é diferente de livros convencionais, essa forma de interagir com a pessoa que lê contando as coisas do dia-a-dia como se ele estivesse inserido na história. E é preciso dizer: a todo instante se tem a impressão de ter vivido aquela história, de ter passado por problemas parecidos, ter sentido coisas parecidas, sentimentos iguais, angústias, desejos e tudo mais.
Falando sobre os demais personagens agora. Sam é uma garota encantadora, uma espécie de sonho pra qualquer adolescente. Ela é carinhosa, compreensiva, educada e quando é preciso dar broncas e cobrar algo, ela o faz; Patrick, irmão de Sam, é o tipo de amigo brincalhão, que quer te ver sempre sorrindo e feliz e faz de tudo pra isso. Também precisa sempre de um ombro amigo e de conselhos, mesmo que estes sejam ditos em um simples silêncio; Mary Elizabeth é uma personagem estranha, o que a faz mais legal ainda. Ela gosta de conversar e falar sobre ela mesma tempo todo, é rockeira e tem pensamentos revolucionários; Bob e Alice quase não aparecem, mas sabe-se que eles estão sempre lá e são peça fundamental na turma; Bill é o professor mais legal que existe, e está sempre disposto a ajudar Charlie no que ele precisar. Ele é responsável pelas indicações de livros que o garoto lê e percebe no mesmo um potencial incrível.
Já a família de Charlie é comum: uma mãe que está sempre preocupada, um pai meio nervoso, uma irmã meio chata e um irmão ausente. Mas todos são unidos por um amor muito bonito e ímpar. Charlie está sempre disposto a ajudar qualquer um de seus parentes e eles fariam o mesmo por ele.
Pra quem gosta de uma leitura simples, porém muito bonita e cativante, As Vantagens de Ser Invisível é o livro perfeito. É bem curto e dá pra ser lido rápido, mas não vá com sede ao pote e pressa pra ler. AVDSI é um livro que merece ser lido com calma e atenção, para que você não seja uma esponja, e sim um filtro.



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Dia das Mães

Algumas mães são próximas, outras distantes; umas são biológicas, outras adotivas; há aquelas que simplesmente cuidam de nós como se fossem mães, mas são irmãs, tias, avós e até pais que assumem tal função. O que importa é que nutrimos por nossas mães um sentimento único, puro e intenso. O amor entre uma mãe e um filho supera qualquer barreira e é pensando nesse sentimento maternal que o Scene 66 decidiu fazer um post especial para homenagear essas mulheres nessa data tão especial: o dia das mães!
No cinema e a TV sempre apresentaram diversos tipos de mães: algumas são batalhadoras, dedicadas, amorosas e sempre fazem de tudo para nos ver feliz; outras são super protetoras,  preocupadas e chegam até a sufocar; e há aquelas mães que deixam os filhos soltos e pouco se importam, mas no fundo ainda os amam da mesma forma. Em comemoração ao dia das mães, listamos algumas para relembrar como elas são retratadas no cenário audiovisual:

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The Butler

Se vocês já estão fazendo uma listinha dos filmes que - com certeza - merecem entrar para lista dos indicados ao Oscar 2014, esse não pode faltar!
The Butler é um drama histórico dirigido por Lee Daniels, estrelado por Forest Whitaker.  A história é baseada na vida de Eugene Allen, um mordomo da vida real que serviu oito presidentes dos Estados Unidos na Casa Branca até sua aposentadoria em 1986. 


No trailer já conseguimos ter uma noção de como está lindo a Fotografia e Direção de Arte, e sem contar no elenco maravilhoso ♥
Além que Whitaker, o elenco é formado por David Oyelowo, que trabalhou com o diretor no filme The Paperboy, ele será o filho de Allen. A apresentadora Oprah Winfrey fará a esposa do mordomo, Alan Rickman será o ex-presidente Ronald Reagan e Jane Fonda será sua esposa, Nancy. John Cusack, Matthew McConaughey, Cuba GoodingTerrence HowardNicole KidmanLenny Kravitz, Alex Pettyfer, Robin WilliamsLiev SchreiberMinka Kelly Mariah Carey também estão no elenco.
O filme será lançado dia 18 de outubro de 2013 nos Estados Unidos. Ainda não tem previsão para lançamento no Brasil :(















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Recrutamento

Como vocês já perceberam, o Scene 66 anda meio desatualizado. O motivo é simples, sou a única pessoa responsável pelo blog e ultimamente estou tendo muito trabalho. Por isso, estou procurando novas pessoas para me ajudar nas postagens.
Para participar, você irá preencher o formulário abaixo, serão três pessoas que ganhará um espaço especial aqui.
Outra boa noticia, é que assim que a equipe estiver formada, o blog passará por algumas mudanças no layout e finalmente daremos inicio ao nosso canal no Youtube.

Então, se você gosta e entende de cinema, adora fazer críticas e quer dividir sua opinião, essa é sua chance de entrar em cena!

------- INSCRIÇÕES ENCERRADAS -------
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RIP My Chemical Romance

Juntos a 12 anos e com quatro álbuns lançados em estúdio, My Chemical Romance anunciou seu fim na sexta-feira (22) no site oficial. A banda que iniciou em 2004, teve seu estouro em 2005 com o álbum Three Cheers for Sweet Revenge.
É meu dever, como uma grande fã, fazer esse post especialmente para única banda que eu posso dizer que acompanho desde o começo. Fazer parte, de certa forma, de todas as mudanças e acompanhar a carreira deles, é uma memória que eu vou levar eternamente. Não posso dizer que amo mais do que qualquer outro leitor que está dividindo comigo esse momento triste, mas o amor é tanto que minha primeira tattoo, feita a seis anos atrás, foi dedicada a eles.
Vamos dar uma volta ao passado agora... Dividirei com vocês, minhas canções preferidas de cada álbum. ♥
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Erros de Continuidade - Parte 1

O famoso erro de continuidade é aquele que não condiz com a linha temporal da história, a partir de cortes de outras ou da mesma cena. Isso é bem comum tanto no cinema quanto na TV. Alguns errinhos passam por despercebidos, mas outros acabam sendo grosseiros causando estranhamento ao expectador. Eles podem ocorrer através de gestos, roupas e principalmente os objetos de cena.
Meu primeiro alvo foi o clipe She Will Be Loved da banda Maroon 5. Com certeza vocês já devem ter visto ou ouvido falar do pequeno errinho que poderia numa boa ser concertado, mas não! O vídeo foi publicado assim mesmo. Veja na foto abaixo:

Apesar de lindo e gostoso, a forma como Adam Levine (vocalista da banda) caiu na piscina foi algo extraordinário. Nem um ninja conseguiria isso! Ele pula de ponta e cai de pé. Não sabemos se foi proposital, mas COMO um editor não enxerga um erro assim? Fica a dúvida...
Assista os primeiros segundos do vídeo e me responda: passa por despercebido ou não?




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